sexta-feira, 30 de março de 2012

quinta-feira, 29 de março de 2012

Inspire-se: Parcas












Fonte pesquisa: Google

Quem mora no sul do Brasil está sentindo esta semana o friozinho do outono que chegou com tudo.
Com as temperaturas baixas, a primeira coisa que precisamos fazer é tirar as roupas mais quentinhas do armário. Certo?
Por isso, hoje trouxe as parcas para nos inspirar!!!
Elas tem uma pagada militar, e acima de tudo são confortáveis. As parcas ressurgiram, e estão ganhado cada dia mais espaço entre as fashionistas!
A parca é super adequada ao nosso outono, e minha dica é combinar a peça com outras mais femininas, mantendo o aspecto despretensioso!

Gostam?  
Vamos nos inspirar?

Beijos e uma ótima quinta-feira!!

Nanda Pezzi

quarta-feira, 28 de março de 2012

Dica de livro: Presentes da Vida


"Qualquer mulher que carrega as cicatrizes de uma amizade desfeita irá apreciar esta joia literária que abrange todos os temas emocionais possíveis, de rejeição e traição até autoconhecimento e gravidez." Can West

Sinopse:"Darcy Rhone sempre teve todos os homens aos seus pés. Tinha um emprego glamouroso, um seleto círculo de amizades e um noivo perfeito, Dexter Thaler. No entanto, tudo mudou quando Darcy se envolveu com o melhor amigo de seu noivo... Seu noivado acabou e perdeu sua melhor amiga, Rachel.
Incapaz de assumir responsabilidades e de enfrentar todo esse mal-estar, Darcy foge para Londres, para casa de um amigo de infância, imaginando que poderia passar uma borracha em tudo isso.
Mas, para seu desânimo, Londres se torna um mundo estranho, onde seus truques de sedução não mais funcionam e onde sua sorte parece ter se  evaporado. Sem amigos nem família, Darcy precisa dar novo rumo à sua vida e, começa uma linda trajetória rumo ao crescimento e ao amor." Presentes da Vida

Em dezembro do ano passado li o livro Questões do Coração e indiquei aqui no blog. Como eu amei o livro,  e fiquei encantada com a maneira que Emily Giffin conduziu a história, cheguei a comentar no post, meu marido comprou este, Presentes da Vida que é da mesma autora.
Fiquei tão animada e ansiosa para começar a ler, acredito que quando apreciamos algum escritor (a), temos a certeza que todos os livros dele (a) será ótimo!
Confesso que o inicio achei um pouco "fútil", mas ao decorrer da história mudei de opinião, e cheguei a conclusão que só poderia existir crescimento e amadurecimento!
Darcy precisou levar um "empurrão" digamos assim, da vida para poder crescer e amadurecer. Na cabeça dela, tudo era fácil, e mudar para Londres não seria diferente, até perceber que tudo havia mudado, que ou ela mudava, ou ela mudava, não tinha outra alternativa.
Com a ajuda do seu amigo de infância, Darcy começou a ver a vida por outro angulo, viu que nem sempre o que queremos é o que realmente precisamos.

Este é um daqueles livros "mulherzinha", mas um livro inteligente, maduro, que faz a gente parar  para pensar, muitas vezes até ver algumas coisas que hoje estão erradas em nossas vidas. Aprendi bastante com ele, por isso vim aqui no blog compartilhar com vocês! (Lembrando que esta é a minha opinião)
Se tiverem a oportunidade de ler, leiam, se já leram me contem o que acharam...


Beijos e uma ótima quarta-feira ;)


Nanda Pezzi

segunda-feira, 26 de março de 2012

Parar para pensar...



"Se eu disser pra você que hoje acordei triste, que foi difícil sair da cama, mesmo sabendo que o sol estava se exibindo lá fora e o céu convidava para a farra de viver, mesmo sabendo que havia muitas providências a tomar, acordei triste e tive preguiça de cumprir os rituais que faço sem nem prestar atenção no que estou sentindo, como tomar banho, colocar uma roupa, ir pro computador, sair pra compras e reuniões – se eu disser que foi assim, o que você me diz? Se eu lhe disser que hoje não foi um dia como os outros, que não encontrei energia nem pra sentir culpa pela minha letargia, que hoje levantei devagar e tarde e que não tive vontade de nada, você vai reagir como? 

Você vai dizer “te anima” e me recomendar um antidepressivo, ou vai dizer que tem gente vivendo coisas muito mais graves do que eu (mesmo desconhecendo a razão da minha tristeza), vai dizer pra eu colocar uma roupa leve, ouvir uma música revigorante e voltar a ser aquela que sempre fui, velha de guerra. 

Você vai fazer isso porque gosta de mim, mas também porque é mais um que não tolera a tristeza: nem a minha, nem a sua, nem a de ninguém. Tristeza é considerada uma anomalia do humor, uma doença contagiosa, que é melhor eliminar desde o primeiro sintoma. Não sorriu hoje? Medicamento. Sentiu uma vontade de chorar à toa? Gravíssimo, telefone já para o seu psiquiatra. 

A verdade é que eu não acordei triste hoje, nem mesmo com uma suave melancolia, está tudo normal. Mas quando fico triste, também está tudo normal. Porque ficar triste é comum, é um sentimento tão legítimo quanto a alegria, é um registro de nossa sensibilidade, que ora gargalha em grupo, ora busca o silêncio e a solidão. Estar triste não é estar deprimido. 

Depressão é coisa muito séria, contínua e complexa. Estar triste é estar atento a si próprio, é estar desapontado com alguém, com vários ou consigo mesmo, é estar um pouco cansado de certas repetições, é descobrir-se frágil num dia qualquer, sem uma razão aparente – as razões têm essa mania de serem discretas. 

“Eu não sei o que meu corpo abriga/ nestas noites quentes de verão/ e não me importa que mil raios partam/ qualquer sentido vago da razão/ eu ando tão down...” Lembra da música? Cazuza ainda dizia, lá no meio dos versos, que pega mal sofrer. Pois é, pega mal. Melhor sair pra balada, melhor forçar um sorriso, melhor dizer que está tudo bem, melhor desamarrar a cara. “Não quero te ver triste assim”, sussurrava Roberto Carlos em meio a outra música. Todos cantam a tristeza, mas poucos a enfrentam de fato. Os esforços não são para compreendê-la, e sim para disfarçá-la, sufocá-la, ela que, humilde, só quer usufruir do seu direito de existir, de assegurar seu espaço nesta sociedade que exalta apenas o oba-oba e a verborragia, e que desconfia de quem está calado demais. Claro que é melhor ser alegre que ser triste (agora é Vinícius), mas melhor mesmo é ninguém privar você de sentir o que for. Em tempo: na maioria das vezes, é a gente mesmo que não se permite estar alguns degraus abaixo da euforia. 

Tem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip-hop, e nem pra isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos, que quietude é armazenamento de força e sabedoria, daqui a pouco a gente volta, a gente sempre volta, anunciando o fim de mais uma dor – até que venha a próxima, normais que somos."

A tristeza permitida - Martha Medeiros
Quem não tem seus dias tristes?!

Beijos e uma ótima semana!

Nanda Pezzi

sexta-feira, 23 de março de 2012

Detalhes que me inspiram...
















Então vamos nos inspirar para o primeiro final de semana desta nova estação?!!

Me contem se gostaram dos detalhes!!

"... Ilha da moça faceira, da velha rendeira tradicional..."
Hoje é aniversário da minha city, 286 anos, amo tanto ser e morar aqui que não poderia deixar de fazer minha homenagem!

Beijos e um ótimo final de semana!

Nanda Pezzi

quinta-feira, 22 de março de 2012

Inspire-se: Slipper










Slipper (também chamado de loafer), foi inspirado naqueles famosos e confortáveis chinelinhos de dormir que todas nós temos em casa.
Claro que com uma pegada urbana, ele vem ganhando espaço entre as fashionistas.

Minha dica é fazer combinações com calças mais sequinhas, com cortes retos para alongar a silhueta. 

Estilo boyish (peças adaptadas do closet masculino para o closet feminino)

Eu estou desejando uma com estampa animal print, assim que encontrar um para chamar de meu, mostro aqui no blog ;)

Me contem, vocês gostam, ainda não se acostumaram...?

Beijos e uma ótima quinta-feira!

Nanda Pezzi